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1º julga, depois revisa a pena, diz Barroso sobre mulher do “perdeu mané”

Roberto Barroso ressalta a importância do julgamento de Débora Rodrigues antes de considerar uma revisão da pena. Ele alerta que não punir os atos de 8 de janeiro pode encorajar novos ataques à democracia.

Presidente do STF, Roberto Barroso, afirmou que ação penal contra Débora Rodrigues dos Santos deve ser julgada antes de revisar pena.

Débora, de 39 anos, foi acusada de pichar a estátua “A Justiça” com a frase “perdeu, mané”, em referência a Barroso. Ele comentou que, após o julgamento e possível condenação, é viável discutir comutação ou redução de pena.

Barroso ressaltou a indignação da população em relação aos atos de 8 de janeiro de 2023, que, segundo ele, não podem ficar impunes, pois isso abriria precedentes para futuras tentativas de derrubada de governos.

A afirmação veio após Luiz Fux sinalizar possível revisão da pena de 14 anos dada à cabeleireira. Barroso defendeu que as penas foram adequadas ao número de crimes cometidos.

Débora Rodrigues está presa preventivamente desde 17 de março de 2023 e é ré por unanimidade da 1ª Turma do STF, que analisa sua condenação. A Procuradoria Geral da República pediu prisão domiciliar até o julgamento.

Ela foi detida durante a 8ª fase da operação Lesa Pátria, após os atos extremistas em Brasília, e sua defesa argumenta que ela usou apenas um batom para pichar a estátua. A frase mencionada foi dita por Barroso em uma interação durante sua viagem a Nova York.

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