5 razões para crer que não haverá recuo do STF após caso Débora
A análise critica a decisão do STF sobre o caso de Débora, enfatizando que as medidas adotadas pelo ministro Moraes não representam um verdadeiro recuo. A situação expõe tensões políticas e ressalta a fragilidade da institucionalidade no Brasil, revelando interesses ocultos por trás das aparências de solidariedade.
Não houve recuo do STF no caso de Débora, e a comoção de setores progressistas não resistirá ao tempo.
Veja 5 razões para essa análise:
- Moraes não revogou a prisão de Débora, apenas a transferiu para casa. Ela está em uma prisão sem grades, com restrições severas que a impedem de receber visitas e usar redes sociais, o que é considerado inconstitucional.
- Recuo real seria a liberação de Débora e de outros presos do 8 de Janeiro, muitos dos quais são réus primários que usaram violência leve e não tinham intenção de golpe.
- Defensores de Débora vão se afastar, pois não conseguirão justificar penas menores para outros réus sem admitir que não houve tentativa de golpe, o que contradiria a narrativa sobre Bolsonaro.
- A diminuição das penas exigiria a aceitação de que os manifestantes não tentaram golpe, o que complicaria a condenação de Bolsonaro, mostrando que as solidariedades são mais sobre interesses políticos.
- Ministros podem temer expor dissidências em um período delicado, priorizando a autopreservação em relação à estabilidade institucional.
A institucionalidade no Brasil é uma lenda urbana. Aconselha-se a buscar asilo em outros países, onde o futuro pode ser menos incerto.
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