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A revanche de ilha paradisíaca que virou 'inferno na Terra' por excesso de turistas

Comino, a joia das ilhas maltesas, enfrenta a pressão do turismo em massa que ameaça seu ecossistema. Novas medidas estão sendo implementadas para limitar visitantes e preservar a beleza natural da ilha.

Comino: a ilhota de Malta que se transformou em um destino turístico popular, mas enfrenta problemas com turismo excessivo.

Localização: Comino, rochosa e cercada por águas azuis e turquesas, antes um paraíso quase vazio, agora atrai dezenas de milhares de visitantes anualmente.

Atrações: A Lagoa Azul é um dos locais mais visitados, ideal para fotos, mas no verão se torna superlotada e cheia de resíduos.

Opinião de Colin Backhouse: Ele recusa recomendar Comino no verão, descrevendo a experiência como um “inferno na Terra”.

Frustração com o turismo: Turistas se sentem enganados e a pressão sobre as autoridades aumenta devido à degradação ambiental.

Ações protestantes: Em 2022, o Moviment Graffitti removeu espreguiçadeiras em protesto contra a exploração do espaço público.

Impacto da mídia: Comino ganhou fama como locação cinematográfica, aumentando sua popularidade nas redes sociais.

Iniciativas de preservação: Comino foi incluída na rede de áreas protegidas Natura 2000. Em 2023, Maltesas limitarão visitantes de barco para reduzir impacto.

Ativistas defendem: Mark Sultana, da BirdLife Malta, sugere um plano público de sustentabilidade além do controle de multidões.

Exemplos de outras cidades: Veneza e Atenas também implementaram restrições para combater o turismo excessivo.

Expectativa para o futuro: Espera-se que as novas regulamentações melhorem a experiência e protejam o ecossistema, mas há dúvidas sobre os danos permanentes.

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