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‘Academia não pode mais ser aquela chatice’, diz CEO da Bodytech

Bodytech planeja expansão agressiva no Brasil com 100 novas franquias até 2027. A rede busca atender demanda de classes A e B, enquanto enfrenta concorrência de academias de baixo custo e agregadores.

Bodytech anuncia expansão significativa de suas operações.

A Bodytech, rede de academias premium, planeja inaugurar 100 novas unidades no Brasil até 2027, mais que dobrando sua rede atual. Com um faturamento previsto de R$ 600 milhões neste ano, a empresa adotará pela primeira vez o modelo de franquias para competir com rivais de baixo custo.

O CEO Luiz Urquiza destaca que, apesar da crescente preocupação com saúde, a renda é o principal motor do setor. Apenas 5% da população brasileira frequenta academias, o que é considerado baixo em comparação com países como EUA e Canadá.

O mercado brasileiro de academias gera cerca de R$ 15 bilhões anualmente e possui 42 mil academias. A Bodytech busca atender a classe A e B, com um preço médio de R$ 250 a R$ 350, comparado ao mínimo de R$ 120 em redes low-end.

A empresa visa expandir sua presença em cidades com mais de 250 mil habitantes, privilegiando shoppings. O investimento por unidade será a partir de R$ 6 milhões.

A Bodytech está buscando um novo sócio-investidor para acelerar o crescimento e se adaptar à pressão de agregadores como Wellhub e TotalPass, fundamentais para a captação de alunos.

Em 2023, a expectativa é alcançar entre 160 mil e 170 mil alunos, com um aumento de 7% na receita. Além disso, a Bodytech está inovando com eventos ao ar livre e novos serviços, como aulas de yoga e recuperação física.

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