Acionista majoritário do BRB vive de mesada da União
Proposta de mudança no Fundo Constitucional do DF não é aprovada, impactando cortes fiscais. O fundo continuará a seguir a correção pela receita corrente, gerando um custo elevado para a União.
Votação do pacote fiscal em dezembro revelou frustração com o corte estimado.
A proposta mais frustrante foi o enquadramento do Fundo Constitucional do Distrito Federal nas regras do arcabouço fiscal.
Essa mudança atrelava a correção dos recursos à inflação.
Sem a alteração, o fundo, que custa à União R$ 25 bilhões por ano (comparado a R$ 15 bilhões em 2021), continuou a ser corrigido pela variação da receita corrente líquida da União.
Essa foi a segunda tentativa fracassada em dois anos para modificar essa correção.
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