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Ações da China e yuan caem diante de tarifas maiores dos EUA

Tarifas americanas elevadas impactam diretamente o yuan, levando a uma queda significativa na moeda chinesa e nos mercados de ações. Especialistas apontam que a pressão sobre o yuan deve persistir, complicando a dinâmica comercial da China.

Yuan da China cai para níveis mais baixos em sete semanas. Mercados acionários despencam na abertura da sessão asiática em 3 de outubro, após Donald Trump anunciar tarifas elevadas direcionadas à China.

As novas tarifas, que afetam US$ 600 bilhões em bens, superaram as expectativas dos investidores, provocando desvalorização do yuan de 0,5%, ao redor de US$ 7,30. O índice CSI 300 caiu 0,5% e o Hang Seng teve queda de 1,7%.

Trump divulgou uma tarifa básica de 10% sobre todas as importações e um aumento das tarifas sobre produtos chineses para 54%, incluindo uma taxa adicional de 34%. Ele também assinou uma ordem para fechar brechas comerciais, que começa em 2 de maio.

Os países na cadeia de suprimento da China, como Vietnã, Camboja e Laos, enfrentam tarifas de 46% a 49% e o yuan perdeu a maior parte de seus ganhos do ano. A pressão sobre o yuan deve continuar, segundo analistas.

A guerra comercial entre os EUA e a China, iniciada em fevereiro, preocupa investidores que viam a China como uma alternativa viável ao domínio econômico americano.

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