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Agro teme tarifaço de Trump em madeira, grãos e etanol e defende reciprocidade como antídoto

Produtores brasileiros manifestam preocupação com possíveis tarifas dos EUA sobre commodities agrícolas. Parlamentares e especialistas discutem a importância da lei da reciprocidade para proteger o setor agropecuário.

O agronegócio brasileiro está preocupado com o possível anúncio de tarifas sobre commodities agrícolas pelos Estados Unidos, incluindo grãos, etanol e açúcar.

A Orplana realiza o Cana Summit em Brasília para discutir essas preocupações. O deputado Pedro Lupion afirmou que tarifas prejudicariam tanto os EUA quanto o Brasil, já que o país exporta muitos produtos, incluindo minério.

Lupion mencionou que tarifas maiores a outros países poderiam abrir oportunidades para o Brasil, como já aconteceu com a China. O CEO da Orplana, José Guilherme Nogueira, destacou a força do etanol brasileiro e a necessidade de não ser "moeda de troca" nas negociações.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, elogiou a proposta de lei da reciprocidade, que permitirá tratamento igualitário em caso de retaliações comerciais. O ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, ressaltou a importância da organização social em tempos de incerteza global.

A superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, reconheceu os desafios, mas confia que as discussões legislativas estão sendo conduzidas adequadamente.

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