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AGU aciona Meta e pede exclusão de robôs que promovem erotização infantil

AGU pede à Meta a exclusão de chatbots que mantêm diálogos sexuais com usuários imitando perfis infantis. Notificação extrajudicial foi enviada após denúncias sobre a exploração de conteúdo inapropriado para menores.

A Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Meta, proprietária do Facebook e Instagram, pedindo a exclusão imediata de robôs de inteligência artificial que mantêm diálogos de cunho sexual com usuários. Esses robôs simulam perfis infantis.

A AGU enviou uma notificação extrajudicial à empresa, mas a Meta ainda não se manifestou.

No pedido, cita-se uma recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilidade das plataformas em relação a conteúdos gerados por terceiros. A AGU destaca que os chatbots foram criados com a ferramenta “Meta IA Studio” e mostram conversas impróprias, como os chatbots “Safadinha”, “Bebezinha” e “Minha Novinha”.

A AGU argumenta que esses chatbots violam as regras da própria Meta, além de não haver filtros para prevenir o acesso de menores de idade a conteúdos impróprios. A notificação foi feita após reportagens da Agência Reuters e do Núcleo Jornalismo evidenciarem a situação.

A AGU alerta que esses robôs ampliam o risco do contato de menores com material sexualmente sugestivo e potencialmente criminoso.

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