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Alckmin defende Lei da Reciprocidade, mas aposta em diálogo com os EUA após tarifaço

Geraldo Alckmin defende a aplicação da Lei da Reciprocidade como medida de proteção econômica e busca estimular o diálogo com os Estados Unidos. Embora haja tensões comerciais, o ministro enfatiza a importância da relação bilateral e da negociação.

Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, afirmou que a aplicação da Lei da Reciprocidade contra os Estados Unidos é um instrumento legítimo para proteger a economia brasileira.

A declaração ocorreu após o Itamaraty ter acionado a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar um processo em resposta ao tarifaço de 50% imposto por Washington.

Alckmin destacou que a Lei da Reciprocidade foi quase unanimemente aprovada pelo Congresso e não deve ser vista como um rompimento, mas como um recurso dentro das regras internacionais.

Ele enfatizou a relação bilateral e a complementaridade econômica entre Brasil e EUA, usando o setor de aço como exemplo:

  • Brasil é o terceiro comprador de carvão siderúrgico dos EUA.
  • Vendas de semiplano para os EUA, que produzem aço para automóveis, aviões e máquinas.

Alckmin reforçou a disposição de negociar com os EUA, mas não há reuniões marcadas até o momento. Ele espera que a aplicação da lei ajude a acelerar as negociações.

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