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Alckmin minimiza impacto do tarifaço e diz que investigação dos EUA tem “fragilidade jurídica total”

Alckmin afirma que o impacto do tarifaço dos EUA é limitado e defende ações do governo para mitigar efeitos. Ele também critica a investigação americana por considerar sua base jurídica frágil.

Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, minimizou os impactos do tarifaço dos EUA sobre a economia brasileira, afirmando que apenas 3,3% das exportações são afetadas.

Em evento do PT, ele comparou a situação atual com a da década de 1980, quando 24% das exportações eram destinadas aos EUA, hoje reduzido a apenas 12%.

Alckmin criticou a investigação dos EUA pela Seção 301, considerando-a de “fragilidade jurídica total”. Ele destacou: “Você não pode usar política regulatória por razões partidárias.”

O Brasil acionou a Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as tarifas, com uma decisão prevista para setembro, e pode ainda chegar à Suprema Corte.

O vice-presidente também ressaltou a redução do desmatamento na Amazônia e defendeu o Pix, mencionados no processo aberto pelos EUA.

Alckmin apresentou o Plano Brasil Soberano com medidas de apoio aos setores mais afetados, incluindo:

  • Crédito de R$ 30 bilhões a taxas subsidiadas;
  • Programa Acredita Exportação para micro e pequenas empresas;
  • Prorrogação do pagamento de impostos;
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