Alemanha suspende venda de armas a Israel; veja reações a plano de tomada completa de Gaza
Críticas ao plano de Israel para a Cidade de Gaza se intensificam globalmente. Líderes da Alemanha, Reino Unido e Turquia expressam preocupação com as consequências da ação militar na região.
Plano das Forças Armadas de Israel para controle da Cidade de Gaza, anunciado pelo primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, enfrenta críticas internas e internacionais.
A operação incluirá ajuda humanitária para civis fora das zonas de combate, mas exigirá retirada dos civis da Cidade de Gaza, restringindo ainda mais o espaço habitável da população local.
O primeiro-ministro da Alemanha, Friedrich Merz, anunciou a suspensão da exportação de equipamentos militares para Israel, priorizando a libertação de reféns e negociações por um cessar-fogo.
Merz declarou que a ação militar intensificada torna difícil alcançar esses objetivos e que a Alemanha não aprovará exportações militares para Gaza até novo aviso.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, classificou o plano de Netanyahu como um erro, afirmando que não contribuirá para o fim do conflito e só provocará mais massacres.
A China expressou profunda preocupação, enquanto a Turquia solicitou ao Conselho de Segurança da ONU que impeça a implementação do plano, condenando a expansão do conflito. O ministério de Relações Exteriores turco pediu a Israel que cesse as ações militares e aceite um acordo de cessar-fogo.