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Alta do desemprego é esperada neste início do ano e não reflete juros ou consumo das famílias, diz IBGE

A alta da taxa de desemprego para 6,8% no início do ano reflete uma tendência sazonal esperada e não é influenciada por fatores como juros ou consumo. Apesar do aumento em relação ao trimestre anterior, a comparação anual indica uma continuidade na recuperação do mercado de trabalho.

A alta do desemprego no início do ano é prevista e não é causada por juros ou consumo das famílias, afirma Adriana Beringuy, do IBGE.

A taxa de desemprego subiu para 6,8% em fevereiro, comparada a 6,1% do trimestre anterior. Este aumento é comum na transição entre anos, quando ocorre redução de pessoal ocupado.

Beringuy ressaltou que, na comparação anual, a taxa segue em queda desde 2021, sinalizando recuperação do mercado de trabalho pós-pandemia.

Ela comentou que setores como administração pública, educação e saúde têm historicamente registrado perdas de postos nesta época, tornando prematuro avaliar mudanças atuais.

Por fim, Beringuy descartou a relação entre a alta do desemprego e o aumento da taxa de juros, afirmando que não existem evidências claras para essa conexão neste momento.

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