Âmbar, da J&F, diz que usina Candiota III é inviável para leilão de reserva de capacidade
A Âmbar Energia enfrenta dificuldades para participar do leilão de reserva de capacidade devido à inviabilidade econômica da usina Candiota III. A empresa rebate críticas da FNCE, defendendo que as alegações sobre favorecimento a grupos carboníferos são infundadas.
Âmbar Energia, do grupo J&F, declarou que a usina termelétrica movida a carvão Candiota III é economicamente inviável para o leilão de reserva de capacidade.
A afirmação foi feita nesta quinta-feira (28) em resposta a um comunicado da Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE), que criticou as portarias do Ministério de Minas e Energia (MME) por favorecer usinas a carvão.
A FNCE destacou que tais ações visam “resolver o destino” de usinas com contratos prestes a acabar e acusou a Âmbar e a Eneva de favorecimento.
Em sua nota, a Âmbar afirmou: “A participação da usina de Candiota III no leilão é economicamente inviável” e criticou a FNCE pela sua luta contra a contratação de energia de reserva.
A empresa também acusou os técnicos da FNCE e da Abrace de ignorarem princípios básicos do mercado elétrico para “enganar a população”. A Eneva não se manifestou até o fechamento deste texto.