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Ao lado de Lula, Pacheco diz que só há um lado na defesa pela democracia e chama Eduardo de antipatriota

Senador critica governadores e deputados em defesa da democracia e dos direitos das pessoas em situação de rua. Pacheco enfatiza a importância da união nacional e da luta contra a desigualdade social no Brasil.

Senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) discursou pela primeira vez ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais.

Pacheco criticou declarações do governador e pré-candidato à presidência, Romeu Zema (Novo), sobre pessoas em situação de rua.

Ele também atacou o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), chamando-o de antipatriota, e criticou a proposta de anistia para condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Lula tenta convencer Pacheco a se candidatar ao governo de Minas Gerais em 2026.

Pacheco afirmou: "Não há dois lados quando se trata de defender a democracia" e destacou a importância de combater a desigualdade social.

Ele rebatendo Zema, que comparou pessoas em situação de rua a carros guinchados, disse: "Não são as pessoas, é a desigualdade social".

Pacheco também se posicionou sobre a soberania nacional e criticou o apoio de Eduardo Bolsonaro às ações tarifárias de Donald Trump contra o Brasil.

Ele finalizou com a frase: "A bandeira do Brasil não é para enxugar suor de fascista", recebendo aplausos e gritos de "sem anistia".

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