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Ao vivo: STF analisa lei de SP sobre trabalho escravo

STF analisa a validade da lei paulista que combate o trabalho escravo e limita a atuação de empresas condenadas. A possibilidade de inconstitucionalidade gera preocupações entre defensores dos direitos humanos.

STF julga nesta 4ª feira (19.mar.2025), a lei paulista de combate ao trabalho escravo, sancionada em 2013 por Geraldo Alckmin.

A ADI 5465, proposta pela CNC (Confederação Nacional do Comércio), questiona a lei 14.946/2013.

A legislação prevê que empresas condenadas em 2ª Instância por exploração de mão de obra análoga à escravidão tenham a inscrição estadual cassada.

A CNC argumenta que a lei impõe responsabilização indevida a estabelecimentos por atos de terceiros.

Após solicitação do STF, a PGR considera inconstitucional o trecho que responsabiliza sócios de empresas flagradas com trabalho escravo.

Em contraste, a AGU (Advocacia Geral da União) alega que o Estado ultrapassou limites da competência federal.

Entidades de direitos humanos expressam preocupação com a possível declaração de inconstitucionalidade da lei.

Organizações da Conatrae afirmam que uma decisão contrária representaria “um imensurável retrocesso” na luta contra o trabalho escravo e reforçaria a impunidade.

Leia a íntegra da manifestação publicada em 13 de março.

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