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Após crise do Pix, BB também vira alvo de fake news nas redes sociais

Fake news envolvendo o Banco do Brasil geram instabilidade e desconfiança, levando a uma queda temporária nas ações da instituição. O banco solicita investigação sobre a disseminação de informações falsas que podem prejudicar a saúde financeira dos cidadãos.

Fake news impactam Banco do Brasil: Influenciadores nas redes sociais estão recomendando saques do Banco do Brasil (BB), alegando possíveis restrições do governo dos EUA contra a instituição devido à Lei Magnitsky aplicada ao ministro Alexandre de Moraes do STF.

As ações do BB caíram 2,2% inicialmente, mas se recuperaram. A lei impede Moraes de manter contas em bancos americanos e usar cartões daquele país por conduzir o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, marcado para 2 de setembro.

O BB, responsável por salários de ministros do STF, cancelou um cartão de Moraes após a sanção. O banco alegou, em um ofício à AGU, que bolsonaristas, como os deputados Eduardo Bolsonaro e Gustavo Gayer, estão espalhando desinformação para causar "caos" no sistema financeiro.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também comentou a situação, ressaltando a intenção de atacar o BB. O banco enfatizou que combate fake news, alertando que a divulgação de informações falsas pode resultar em penas de reclusão e multas.

A presidente do BB, Tarciana Medeiros, afirmou ser irresponsável colocar em dúvida a integridade da instituição, enquanto o banco reafirmou que opera dentro das normas internacionais.

O BB e outros bancos enfrentaram quedas nas ações após a decisão do ministro Flávio Dino sobre a aplicação da Lei Magnitsky. No início do ano, "fake news" sobre taxação no Pix também impactaram a confiança pública, resultando na revogação de uma instrução normativa da Receita Federal.

O Pix se destacou como um sistema de pagamentos nacional, agora sob investigação nos EUA por alegada "concorrência desleal".

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