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Após tarifas, Trump pode usar dólar e cartão de crédito como armas contra aliados

Estados Unidos utilizam o poder do dólar e do sistema financeiro para pressionar parceiros comerciais. Retaliações da China e incertezas econômicas levantam preocupações sobre as consequências dessas medidas agressivas.

Novas tarifas de Trump geram incertezas no comércio global

Com a recente implementação de tarifas, o presidente dos EUA, Donald Trump, busca forçar parceiros comerciais a cumprir suas ordens.

Os Estados Unidos utilizam alavancas financeiras, como cartões de crédito e controle do fornecimento de dólares, para coagir outros países. Contudo, esse uso de “armas não convencionais” pode ter custos elevados e efeitos adversos para os EUA.

Um resultado incerto das tarifas pode deixar inalterado o deficit comercial, especialmente devido à escassez de mão de obra em um cenário de quase pleno emprego.

A China já retaliou, fazendo as ações nos EUA caírem, aumentando as preocupações sobre possíveis estratégias de Trump.

O governo dos EUA planeja reequilibrar o comércio, reduzindo a força do dólar. Isso pode incluir tentar convencer bancos centrais estrangeiros a revalorizar suas moedas, uma ideia que economistas veem com ceticismo devido a diferenças políticas e econômicas contemporâneas.

Alguns analistas acreditam que táticas mais agressivas, como restringir o acesso ao Federal Reserve para bancos internacionais, podem ser consideradas. Tal ação arriscaria a confiança global no dólar.

Adicionalmente, Visa e Mastercard, que dominam pagamentos na Europa, representam uma fonte de pressão econômica. Caso interrompam serviços, os europeus terão que recorrer a métodos menos práticos de pagamento.

O ECB (Banco Central Europeu) alerta que os EUA tornaram-se hostis, colocando a Europa em risco de coerção econômica. Planos para um euro digital estão em discussão, mas a implementação pode demorar.

Até mesmo respostas retaliatórias da Europa, como novas tarifas ou restrições ao acesso de bancos americanos, são desafiadoras devido à influência de Wall Street.

Resumo: A incerteza nas relações comerciais internacionais aumenta conforme Trump utiliza tarifas, e sua estratégia pode envolver medidas agressivas que afetariam a economia global.

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