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Argentina fecha 2024 com 38% da população em situação de pobreza

A redução da pobreza na Argentina traz esperança para a população, com 1,6 milhão de pessoas saindo dessa condição em um ano. O presidente Javier Milei atribui essa melhora às reformas econômicas implementadas por seu governo.

Argentina encerra 2024 com 38,1% da população em situação de pobreza, conforme dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

Desses, 8,2% estão em pobreza extrema. Totalizando, 17,9 milhões de argentinos vivem na pobreza, sendo 3,9 milhões em pobreza extrema, segundo o Banco Mundial.

Em 2023, a pobreza era de 41,7%, ou 19,5 milhões de pessoas. Com a nova divulgação, houve uma redução de 1,6 milhão de pessoas saindo da pobreza entre o segundo semestre de 2023 e 2024.

A pobreza extrema apresentou uma queda de 9,9 pontos percentuais. Nos primeiros seis meses de 2024, a pobreza havia atingido 52,9% e a indigência 18,1%.

O presidente Javier Milei celebrou os resultados, atribuindo a redução à “profundas reformas econômicas” de seu governo.

Conteúdo originalmente publicado pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico.

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