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Argentina investiga caso de corrupção envolvendo irmã de Javier Milei

Investigação de corrupção em potencial envolve assessores do presidente Javier Milei, incluindo sua irmã Karina. Enquanto a polícia realiza buscas, Milei defende sua irmã contra as acusações e critica a oposição política.

A Argentina investiga um caso de corrupção que pode envolver assessores próximos do presidente Javier Milei, incluindo sua irmã Karina, secretária-geral da Presidência.

Na 2ª feira (25.ago.2025), Milei defendeu a irmã sem citar o escândalo diretamente, afirmando: “Nestes momentos em que o kirchnerismo se dedica a semear o caos...

O caso ganhou atenção após a divulgação de áudios do ex-diretor da Andis, Diego Spagnuolo, que revelam uma rede de corrupção na aquisição de medicamentos.

A polícia argentina realizou uma operação em mais de 10 locais, incluindo a sede da Andis, a pedido do juiz federal Sebastián Casanello, após a divulgação dos áudios.

O governo demorou a se manifestar oficialmente após a demissão de Spagnuolo e as buscas. Ao demiti-lo, Milei não mencionou esquema de suborno, mas acusou opositores políticos de querer prejudicar sua campanha.

Representantes do governo afirmam que a divulgação dos áudios é uma estratégia da oposição para prejudicar o La Libertad Avanza nas eleições.

Nos áudios, Spagnuolo menciona Karina Milei e Eduardo “Lule” Menem, ligados a uma suposta rede que exigia 8% de propina de laboratórios farmacêuticos por contratos com a Andis.

Spagnuolo afirma que a empresa Suizo Argentina ofereceu subornos a Karina, através de Menem. Ele afirma que “eles vão pedir dinheiro às pessoas, aos fornecedores”.

Segundo o Clarín, Menem negou as acusações e chamou a situação de “uma operação política grosseira” contra o governo.

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