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Ataque da Ucrânia corta petróleo para Europa; Rússia avança no leste

Hungria e Eslováquia criticam ataque ucraniano que interrompeu o fornecimento de petróleo russo. O incidente destaca as tensões crescentes na Europa e a resposta militar da Ucrânia à invasão russa.

Novo ataque ucraniano afeta fluxo de petróleo para Europa

Na sexta-feira (22), a Hungria e a Eslováquia criticaram um ataque da Ucrânia que interrompeu o fluxo de petróleo através do oleoduto Drujba. Este ataque é parte das tensões enquanto a solução diplomática para a Guerra da Ucrânia estagna.

A Ucrânia já havia atingido uma estação de bombeamento na Rússia, cortando o fornecimento de petróleo. Em um novo ataque, a unidade em Unetcha foi bombardeada e deve parar de transportar óleo por pelo menos cinco dias.

  • Hungria é o maior usuário europeu de petróleo russo, seguida pela Eslováquia.
  • Chanceler húngaro denuncia o ataque como um "ataque à nossa segurança energética".
  • Ucrânia celebra o ataque, atacando uma fonte de receita de Moscou.

Adicionalmente, a Ucrânia está pronta para utilizar seu novo míssil de cruzeiro, o FP-5 Flamingo, que tem um alcance de 3.000 km e pode ameaçar alvos na Rússia.

O ataque ocorre após um dos maiores ataques russos durante o conflito, com 547 drones e 40 mísseis, e novas ações em terra foram relatadas na região de Donetsk.

Enquanto a situação militar se intensifica, os debates sobre garantias de segurança para a Ucrânia em troca de cessação de hostilidades continuam. A proposta da Rússia de congelar a linha de frente em troca de território não foi aceita por Kiev.

Na Coreia do Norte, Kim Jong-un fez uma rara aparição pública, condecorando soldados e reconhecendo baixas na guerra, refletindo a cooperação militar entre a Rússia e a Coreia do Norte.

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