Atingido por Lei Magnitsky, Moraes pode ficar com apenas uma alternativa de cartão de crédito
Ministro do STF pode depender de cartão Elo após bloqueio de bandeiras americanas. A alternativa nacional oferece segurança em meio a sanções da Lei Magnitsky, mas ainda não é totalmente isenta de riscos.
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, pode ter seu cartão de crédito americano bloqueado por sanções da Lei Magnitsky. Sua única alternativa pode ser o cartão da bandeira Elo.
A Elo, única bandeira brasileira, é resultado de uma parceria entre Banco do Brasil, Bradesco e Caixa, criada em 2011. Em 2024, existem cerca de 41 milhões de cartões Elo ativos, aceitos em 11 milhões de estabelecimentos.
Se Moraes utilizar um cartão Elo, ele estaria protegido das sanções americanas, desde que a operação seja totalmente nacional. Especialistas afirmam que a Elo, por ser brasileira, está menos exposta a punições. No entanto, a situação pode se complicar se o cartão for emitido por uma instituição que atua nos EUA.
A exclusividade da Elo no Brasil não é recente; a bandeira Hipercard, que operou até 2020, foi adquirida pela Mastercard e retirada do mercado.
A Elo oferece diversos produtos, como cartões de débito, crédito e pré-pagos, além de soluções de tokenização e prevenção a fraudes. Em 2023, reposicionou-se como "O cartão do brasileiro".
A campanha atual da Elo, "Brasileiros Extraordinários", destaca personalidades que refletem os valores da marca e seu compromisso em valorizar a cultura e a arte brasileiras.