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Atuação de facções criminosas na área de combustível estava na mira do Ministério da Justiça desde junho de 2024

Ministro da Justiça destaca que o crime organizado utiliza postos de combustíveis para lavagem de dinheiro. Operações da Polícia Federal visam desarticular grupos que movimentam mais de R$ 23 bilhões em atividades ilícitas.

Combate ao crime organizado: Polícia Federal (PF) deflagra operações Quasar e Tank, visando a cadeia produtiva de combustíveis.

A ação foi coordenada pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em resposta ao foco de facções criminosas no setor, identificado desde junho do ano passado.

Para monitorar a situação, Lewandowski criou um grupo de trabalho envolvendo:

  • Polícia Federal (PF)
  • Polícia Rodoviária Federal (PRF)
  • Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)

Em fevereiro de 2024, o ministro solicitou que a PF iniciasse investigações mais profundas.

Durante reunião do Núcleo de Combate ao Crime Organizado, Lewandowski declarou:

"O crime organizado utiliza postos de combustíveis como fachada para lavagem de dinheiro."

Estima-se que mais de mil postos estejam sob controle dessas organizações, prejudicando a concorrência e comprometendo a segurança econômica do setor.

No ofício para o diretor-geral da PF, foi informado que há uma articulação interestadual e sistêmica que requer "repressão uniforme".

As operações Quasar e Tank visam desarticular grupos de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta, expondo movimentações ilícitas superiores a R$ 23 bilhões.

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