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Barroso redistribui caso INSS e Mendonça vira relator

STF muda relatoria de investigação sobre fraudes no INSS após contestação da PGR. Decisão marca nova fase no andamento do caso que envolve bilhões e paralisou operações anteriores.

Decisão do STF altera o andamento do caso INSS.

No dia 25 de agosto de 2024, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, determinou a redistribuição das investigações para o ministro André Mendonça.

A mudança ocorreu após sorteio, em resposta à contestação realizada pela PGR (Procuradoria Geral da República), que questionou a relatoria anterior do ministro Dias Toffoli.

O procurador-geral, Paulo Gonet, havia enviado um parecer em 23 de agosto, afirmando que não havia prevenção de Toffoli para o caso.

Com a manifestação, Toffoli enviou o processo à presidência do STF, resultando na livre distribuição por sorteio.

Essa reviravolta é significativa no escândalo bilionário, revertendo a decisão de Toffoli, que centralizou os inquéritos sobre os descontos fraudulentos no INSS em junho de 2024.

A concentração anterior havia paralisado a Operação Sem Desconto e gerado incômodo na PF e no MP.

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