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BB identifica ação de bolsonaristas contra o banco e é pressionado a acionar a PF

Banco do Brasil enfrenta pressão e disseminação de boatos que podem afetar sua credibilidade. Autoridades e o próprio banco já analisam ações legais para garantir a integridade da instituição e de seus clientes.

Banco do Brasil enfrenta pressão e boatos nas redes sociais

O Banco do Brasil (BB) identificou ações de bolsonaristas nas redes sociais, incitando clientes a sacar seus depósitos, o que pode configurar crime contra o sistema financeiro.

A presidente do BB, Tarciana Medeiros, está sob pressão de integrantes do Judiciário e de outros bancos para acionar a Polícia Federal.

Em nota, o BB anunciou que vai tomar providências legais para proteger sua reputação e segurança de clientes e funcionários diante de publicações inverídicas.

O advogado Jeffrey Chiquini disse em canal bolsonarista que as pessoas devem retirar seu dinheiro imediatamente do banco, alegando que o BB será punido pela Lei Magnitsky.

A referida lei dos EUA impõe sanções a estrangeiros por corrupção e violações de direitos humanos. Recentemente, o cartão do ministro do STF Alexandre de Moraes foi bloqueado devido a essas sanções.

Chiquini argumentou que sua declaração não configura ilícito penal e se baseia na legislação americana, reforçando que seu conselho se refere a retirar investimentos em ações.

Crimes financeiros são tipificados na lei 7.492, com pena de dois a seis anos de prisão. O deputado federal Gustavo Gayer também incentivou a população a retirar dinheiro dos bancos em redes sociais.

O Banco do Brasil reafirmou seu compromisso com a legislação brasileira e padrões internacionais, alertando que declarações enganosas serão tratadas com todas as medidas legais cabíveis.

A Febraban e o Banco Central não se manifestaram sobre o caso. Reportagens apontam que o BB está preparado para lidar com as complexidades do sistema financeiro global.

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