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BB vê cenário de risco e aciona AGU contra fake news de “especialistas” em Magnitsky

Banco do Brasil alerta sobre ataques nas redes sociais que buscam desestabilizar a instituição. Denúncia à AGU destaca a possibilidade de crimes contra a soberania e o sistema financeiro nacional.

Banco do Brasil denunciou à Advocacia-Geral da União postagens com informações falsas nas redes sociais, incitando retirada de recursos por correntistas.

Os ataques começaram em 19 de setembro. Um vídeo de Eduardo Bolsonaro, publicado em 20 de setembro, afirma que o banco “será cortado das relações internacionais e levará à falência”.

A presidente do banco, Tarciana Medeiros, criticou publicamente a situação em evento da mesma data. O BB também denunciou outros autores, incluindo Gustavo Gayer e Jeffrey Chiquini, por postagens difamatórias.

Os advogados do banco afirmam que esses ataques podem configurar crimes contra o Estado Democrático e a soberania nacional, além de violação de sigilo bancário e difamação. O BB solicita que a AGU avalie ações na Justiça.

As postagens ocorreram no X, Instagram, Threads e YouTube. O banco menciona uma nova estratégia de coação contra instituições financeiras.

O BB alerta para o risco de uma corrida bancária devido à desinformação sobre a Lei Magnitsky e suas consequências para o banco. Recentemente, cancelou o cartão do ministro Alexandre de Moraes como resultado de uma medida restritiva.

Segundo o BB, a campanha está causando temor e pedidos de esclarecimentos entre clientes, o que gera tensão e risco à economia nacional.

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