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BBI vê resultados do 2T25 acima do esperado e faz mudanças em portfólio de ações

Bradesco BBI prevê um cenário positivo para ações brasileiras, mesmo com uma esperada desaceleração econômica. O desempenho surpreendente de setores como varejo e energia destaca o potencial do mercado doméstico, apesar de desafios globais.

Bradesco BBI destaca que a temporada de resultados do 2T25 superou expectativas em vários setores, mantendo a recomendação overweight para ações brasileiras.

A Motiva (MOTV3) foi adicionada ao portfólio na América Latina, com taxa interna de retorno (TIR) estimada entre 12% e 13% e duração de 10 anos. Em contraste, a Energisa (ENGI11) foi retirada devido a impactos potenciais nas avaliações da Aneel.

O Brasil é visto como a principal aposta, com foco em ações sensíveis a juros e catalisadores para a segunda metade do ano.

O lucro consolidado do Ibovespa no 2T25 teve alta de 23% em relação ao ano anterior, superando as projeções em 17%. Destaques foram vistos em setores como Food Retail & Consumer (97%), Real Estate (55%), Materiais (34%) e Energia (22%).

Ainda assim, empresas como Klabin (KLBN11), Vale (VALE3) e Embraer (EMBR3) tiveram desempenho abaixo da média após resultados positivos.

Embora os últimos indicadores apontem para uma desaceleração econômica devido a juros reais altos, o Bradesco BBI vê isso como uma oportunidade para cortes de juros e reavaliações de valuation.

O sentimento dos investidores locais é construtivo em relação às ações brasileiras, apesar de um desempenho inferior em relação a mercados emergentes. A valorização do dólar e a redução de fluxos para emergentes influenciam esse cenário.

Os investidores favorecem ações que ofereçam carry e dividendos, com foco em empresas utilities cíclicas e pagadoras de dividendos.

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