BC põe de lado tecnologia blockchain no piloto do Drex: o que muda nos planos do real digital?
Banco Central revisa projeto do Drex e investe em alternativa mais prática. Nova abordagem busca garantir privacidade e eficiência nas operações financeiras com ativos digitais.
Banco Central suspende sistema do Drex, plataforma do real digital e tokenização de ativos, para desenvolver solução mais simples.
Objetivo: Criar uma solução de reconciliação de gravames para operações de crédito com garantias variadas, com previsão para 2026.
Projeto-piloto do Drex já testava produtos financeiros tokenizados, como:
- Recebíveis de cartão
- Empréstimos com garantia de títulos públicos
- CDBs (Certificados de Depósito Bancário)
- Debêntures
- Cédula de Crédito Bancário (CCB)
- Crédito de Descarbonização (CBIO)
- Ativos do agronegócio, automóveis e imóveis
Desafio: Operações dependem de privacidade de dados, não viável em tecnologias blockchain públicas.
"O BC decidiu mudar o rumo do projeto para algo mais direto e útil no curto prazo…” - Marcos Viriato, presidente da Parfin.
Nova Enfoque: Focar em ativos digitais como garantia para empréstimos, utilizando tecnologias já conhecidas, como o Pix.
Bloqueio da tecnologia blockchain nesta fase é uma decisão técnica, visando segurança e eficiência, com reavaliação possível no futuro.
O projeto inicial utilizava Hyperledger Besu em modo permissionado, mas enfrentou limitações em termos de privacidade e eficiência.
Foco futuro em como equilibrar privacidade, escala e integração com a infraestrutura financeira.