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Ben & Jerry’s acusa Unilever de demitir CEO por razões políticas

Ben & Jerry's processa Unilever por demissão de CEO que defendeu valores liberais. A marca de sorvetes argumenta que a Unilever agiu sem autorização e para silenciar Stever sobre questões políticas.

Ben & Jerry’s acusa a Unilever de violar acordo de fusão ao demitir o CEO David Stever.

A demissão ocorreu após Stever se recusar a abandonar os valores liberais da marca.

Segundo a Ben & Jerry’s, a Unilever efetivou a demissão sem a aprovação do conselho.

Stever, que estava na empresa desde 1988 e assumiu o cargo em maio de 2023, foi demitido em março de 2024.

A marca apontou que a demissão foi motivada por suas críticas ao presidente dos EUA, Donald Trump, e seu apoio a refugiados palestinos, mudanças climáticas e justiça racial.

Em ação no tribunal de Nova York, os advogados da Ben & Jerry’s afirmaram que a Unilever queria impedir Stever de fazer declarações políticas.

O presidente do conselho da Ben & Jerry’s, Anuradha Mittal, destacou que Stever não seguiu as diretrizes que a Unilever desejava, que visavam desmantelar a missão da empresa.

Esse fato é mais um capítulo na relação complicada entre as duas empresas desde 2021.

Em março de 2024, a Unilever anunciou planos de vender a marca, mas ainda não finalizou acordos.

A Unilever não se manifestou sobre as acusações recentes.

Desde 2024, ao menos 16 empresas nos EUA encerraram políticas de diversidade, equidade e inclusão devido à pressão política e legal.

Após a possível reeleição de Trump, ordens executivas foram emitidas para eliminar tais programas no governo e setor privado.

Empresas como Google, Meta e Amazon também reduziram iniciativas de diversidade para evitar implicações legais.

O Poder360 preparou um infográfico com a lista das empresas que tomaram essa iniciativa.

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