Big techs chancelam acusações infundadas em manifestação de apoio a investigação comercial dos EUA contra o Brasil
Associação americana de big techs apoia investigação do governo dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil. O documento denuncia regulatórias que, segundo eles, prejudicam a competição e as operações das empresas de tecnologia no país.
Associação de Big Techs Americanas manifesta apoio à investigação do governo dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil.
A Associação da Indústria de Computadores e Comunicações (CCIA) representa 20 grandes empresas, incluindo Meta, Google, Amazon e Apple.
Em documento assinado por Gabriel Delsol, a CCIA afirma que:
- Seus membros têm interesses comerciais significativos no Brasil.
- O Brasil implementou medidas regulatórias prejudiciais às operações de serviços digitais dos EUA.
- Destaca "regimes tributários discriminatórios" e obrigações sobre comércio eletrônico e inteligência artificial.
A CCIA reconhece que, embora algumas medidas tenham objetivos legítimos, há prejuízos às big techs, considerando que decisões brasileiras resultam em protecionismo disfarçado.
Investigação do USTR se baseia na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, permitindo apurações sobre práticas que afetam o comércio internacional. Essa medida inclui:
- Questões financeiras, como o Pix.
- Desmatamento e propriedade intelectual.
Após a pesquisa, a CCIA argumenta que o uso da Seção 301 é apropriado contra o Brasil e critica a recente elevação da alíquota de IOF, que encarece transações internacionais, prejudicando empresas americanas.