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Bolsas da Europa fecham sem direção única com crise na França

Mercados europeus reagem à crise orçamentária da França, com a bolsa de Paris se destacando em alta. Investidores estão atentos à votação de confiança do primeiro-ministro François Bayrou e ao balanço da Nvidia.

Índices acionários europeus encerraram a quarta-feira (27) sem direção única, influenciados pela crise orçamentária da França e pelo voto de confiança do primeiro-ministro François Bayrou, marcado para 8 de setembro.

A bolsa de Paris, entretanto, terminou em alta, recuperando-se de uma queda anterior de 1,7%. O índice Stoxx 600 fechou em +0,09% (554,70 pontos), enquanto:

  • FTSE 100 (Londres) -0,11% (9.255,50 pontos)
  • DAX (Frankfurt) -0,44% (24.046,21 pontos)
  • CAC 40 (Paris) +0,44% (7.743,93 pontos)

A economia francesa já enfrentava um crescimento do PIB previsto em apenas 0,8% para este ano. Segundo Charlotte de Montpellier, economista-sênior do ING, “a instabilidade política francesa está se tornando um problema econômico”.

Se Bayrou perder a votação, o presidente Emmanuel Macron terá que decidir entre nomear um novo primeiro-ministro ou dissolver o Parlamento e convocar novas eleições.

No setor bancário do Stoxx, as ações enfrentaram dificuldades, com uma queda de 1,39%. O BNP Paribas caiu 0,70%, enquanto o Société Générale subiu 0,35%.

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