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Brasil desponta como potencial vencedor na guerra comercial de Trump, diz WSJ

Brasil se destaca como potencial fornecedor estratégico de commodities e produtos industrializados em meio à escalada da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China. Aumento nas exportações de soja e interesse nas indústrias americanas podem transformar a instabilidade em oportunidades econômicas.

Brasil se beneficia da guerra comercial: A escalada nas tensões comerciais iniciada pelos EUA pode trazer oportunidades para o Brasil.

Uma reportagem do Wall Street Journal destaca que a retaliação da China às tarifas do presidente Donald Trump abre mercado para produtos brasileiros, em Pequim e Washington.

Com sua oferta abundante de alimentos, energia e metais, o Brasil pode transformar a instabilidade global em oportunidades, consolidando sua posição como fornecedor estratégico de commodities como carne, minério de ferro e petróleo.

Os primeiros sinais já são visíveis: empresas chinesas estão aumentando as compras de soja brasileira, antecipando embarques e diminuindo a dependência do grão dos EUA.

Desde 2009, a China é o principal parceiro comercial do Brasil, com investimentos que superam US$ 70 bilhões em setores como energia, infraestrutura e transporte.

Nos Estados Unidos, indústrias como a de calçados veem oportunidades em ocupar o espaço deixado por produtos chineses afetados por tarifas, aumentando sua exportação.

Embora o Brasil possa enfrentar novas tarifas, especialistas afirmam que o superávit comercial com os EUA pode mitigar esses impactos. O país também busca acordos bilaterais para reduzir os efeitos de medidas protecionistas.

A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Japão, com negociações que podem abrir mercado à carne bovina brasileira, sinaliza uma busca ativa por novos destinos em um comércio global em reconfiguração.

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