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Brasil diz que Pix beneficia empresas americanas e cita operações na 25 de março em resposta aos EUA

Governo brasileiro reforça que o sistema de pagamentos Pix é inclusivo e beneficia também empresas dos Estados Unidos. Em resposta à investigação comercial americana, enfatiza esforços no combate à pirataria e proteção da propriedade intelectual.

Governo brasileiro solicita reconsideração da investigação comercial dos EUA, afirmando que o Pix não discrimina empresas americanas e busca combater a pirataria, especialmente na 25 de Março, em São Paulo.

A demanda vem após o USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) iniciar uma apuração em julho, levantando preocupações sobre o sistema de pagamento e a proteção da propriedade intelectual.

  • Objetivo do Pix: Expandir o acesso à economia brasileira, beneficiando também entidades americanas.
  • Banco Central: Destaca a digitalização e formalização de serviços financeiros alcançando a maior parte da população adulta.
  • Parceria com Google: Google Pay processou 1,5 milhão de transações via Pix no último mês.

O governo reforça que carteiras digitais americanas podem operar no Brasil, desde que cumpram as exigências do Banco Central.

Quanto às acusações de produtos falsificados, a administração brasileira menciona operações policiais e esforços educacionais para combater violações de propriedade intelectual.

O documento ressalta que o Brasil é reconhecido por suas iniciativas de proteção da propriedade intelectual e menciona elogios do USTR.

A investigação do USTR abrange comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, e outros aspectos, com potencial de causar danos econômicos ao Brasil e riscos de sanções severas.

Este processo é parte da seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que permite ao governo dos EUA retaliar práticas comerciais consideradas injustas.

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