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Brasil diz que Pix é "tendência global" e nega impor restrições a plataformas americanas

Brasil defende que o sistema Pix não impõe barreiras a provedores de pagamento estrangeiros e está alinhado com tendências globais. O Itamaraty afirma que não há restrições específicas para carteiras digitais dos EUA operarem no país.

Itamaraty responde a investigação dos EUA sobre o sistema de pagamento eletrônico Pix, que estaria causando "prejuízo" ao comércio americano.

No documento protocolado, o Brasil afirma que a criação do Pix não proíbe plataformas digitais, como WhatsApp e Facebook, de oferecerem seus próprios serviços de pagamento digital.

O Brasil enfatiza que não aplica tratamento diferenciado a provedores de pagamento estrangeiros e que não há proibições para que carteiras digitais dos EUA operem no país.

  • As plataformas devem obter autorização do Banco Central e cumprir com a LGPD.
  • Não são obrigadas a utilizar o Pix.

O Itamaraty também destaca que não há restrições para plataformas como Zelle e Venmo, desde que cumpram as regulamentações brasileiras.

Por fim, o Brasil menciona que o Pix é uma tendência global, com o Federal Reserve dos EUA desenvolvendo sistemas semelhantes, como o FedNow.

A investigação, iniciada em 15 de julho sob a seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, alegou que as políticas do Brasil seriam “irracionais ou discriminatórias”.

  • Frentes citadas: comércio digital, tarifas injustas, fiscalização anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal.
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