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Brasil insistirá em superávit e diplomacia com EUA

Brasil mantém estratégia de diplomacia nas negociações tarifárias com os EUA. O país busca evitar retaliações e se concentra na reciprocidade nas relações comerciais.

Brasil mantém estratégia de diplomacia nas negociações sobre aumento de tarifas com os Estados Unidos.

Fontes indicam que um documento importante, divulgado há um mês, pode resultar em aumento das taxas de importação dos produtos brasileiros.

O governo Trump apresentou uma lista de países que, segundo eles, estariam lucrando às custas dos EUA. O Brasil, por sua vez, enfatiza que os EUA têm superávit comercial contínuo com o País.

O etanol é destacado como o principal produto brasileiro sob foco, mas a tarifa será generalizada. O presidente americano declarou estar ansioso para “o dia 2 de abril, o dia da liberação americana, o dia das tarifas”.

A Constituição brasileira impede a criação de taxas específicas para um país, e o governo busca não chamar atenção nesse processo. Estão sendo realizados estudos sobre novas tarifas em setores como serviços e propriedade intelectual.

O governo brasileiro reafirma que não vai retaliar os EUA, mas sim buscar reciprocidade, uma abordagem mais leve.

Na semana passada, diplomatas participaram de conversas sobre tarifas com autoridades americanas, liderados por Maurício Lyrio, secretário de Assuntos Econômicos do Ministério das Relações Exteriores.

Encontros em nível técnico têm ocorrido já há algumas semanas.

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