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Brasil piora a olhos vistos, mesmo os mantidos fechados

A desigualdade econômica no Brasil se aprofunda, enquanto a capacidade de empreender se torna uma alternativa viável para muitos. A música do joão-de-barro reflete a resistência e a busca por novas oportunidades em meio às dificuldades.

João-de-barro: a ave que, em vez de sofrer, deveria celebrar a construção de sua casa própria.

Dados do IBGE mostram que uma em cada 4 famílias reside de aluguel. Em 8 anos, a parcela de famílias que pagam aluguel cresceu 25%.

A CBIC relembra o aumento nos preços dos materiais de construção, afetando os humanos.

Programas sociais, como o Bolsa Família, eternizam desigualdades, enquanto a educação em tempo integral é essencial para o subdesenvolvimento.

A fome é a pior companhia, e aqueles que saem do programa social precisam de capacitação para empreender.

Economistas revelam que a concentração de renda no Brasil aumenta. O 1% mais rico teve um crescimento de 4,4% em 4 anos.

A desigualdade é refletida na música de Teddy Vieira e Muhib Cury: “Fiz o contrário do que o joão-de-barro fez”.

É preciso reprogramar escolhas e abrir oportunidades. O joão-de-barro deve pesquisar novos produtos e adaptar-se ao mercado.

O Brasil é um lugar de possibilidades, diferentemente da realidade apresentada pelo IBGE.

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