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Brasileiros vivem pânico em universidades nos EUA diante de decisões de Trump

Estudantes estrangeiros nos EUA enfrentam temor de deportação após protestos pró-Palestina. Universidades começam a adotar medidas de proteção e orientação em meio à repressão do governo.

Ambiente de medo entre estudantes no EUA: Pedro, um doutorando brasileiro de 30 anos, se preocupa com a possibilidade de detenção e deportação devido à sua participação em protestos pró-Palestina.

Ele está nos EUA legalmente com visto de estudante e não cometeu crimes. Recentemente, outros alunos, incluindo Mahmoud Khalil e Rumeysa Ozturk, foram detidos por razões semelhantes.

O governo de Donald Trump pressiona universidades para abafar os protestos, colocando em questão a liberdade de expressão e retirando **fundos** de instituições como Columbia.

Rafael, colega de Khalil, descreve um clima de pânico em Columbia, com alunos e professores temendo repercussões.

Os estudantes estão recebendo mensagens do ICE (Serviço de Imigração) e consultando advogados sobre como se proteger. Há recomendações para adiar viagens ao exterior e instruções sobre como agir em caso de detenção.

O impacto na carreira acadêmica é significativo, uma vez que muitos alunos dependem de viagens para pesquisa. O programa da MESA também é incerto devido às novas restrições.

Os estudantes se dividem entre permanecer em silêncio ou resistir, mas os protestos continuam, mesmo que de forma discreta.

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