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Cansado de extremos? É só misturar ETFs

A evolução dos ETFs redefiniu a abordagem de investimento, permitindo escolhas mais específicas que equilibram risco e retorno. No Brasil, a popularização desses ativos tem proporcionado eficiência e confiança aos investidores.

John Bogle, fundador da Vanguard, lançou em 2007 o livro “The Little Book of Common Sense Investing”, que defende investimentos em fundos de índice. Este tipo de investimento reduz taxas de administração e custos operacionais.

A crise do subprime em 2008 destacou a importância dos ETFs, que existem desde 1993. Após a crise, a forma de investir mudou, promovendo quatro níveis fundamentais de um processo de investimento.

Os quatro níveis incluem:

  • Abordagem de Investimento: Princípios que fundamentam a carteira.
  • Alocação de Recursos: Distribuição entre classes de ativos.
  • Seleção de Ativos: Escolha dos ativos específicos.
  • Execução: Plano tático e aspectos operacionais.

Após 2007/2008, a Abordagem de Investimento deixou de ser dicotômica, permitindo que investidores usem ETFs para seleções mais específicas. Isso possibilita o ajuste entre passivo e ativo conforme parâmetros variados.

No Brasil, existem cerca de cem ETFs listados na B3, o que torna a inclusão desses ativos nas carteiras uma escolha eficiente, reduzindo custos e otimizando a relação risco-retorno.

Esta abordagem facilita a explicação do racional de investimento, aumentando a confiança do investidor.

Conclusão: Para investir bem e com tranquilidade, os ETFs são uma excelente opção.

Hugo Daniel Azevedo é consultor de investimentos e sócio da MFS Capital.

e-mail: hd@mfscapital.com.br

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