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CCJ adia análise do novo Código Eleitoral

A votação do novo Código Eleitoral, que propõe diversas mudanças nas regras eleitorais do Brasil, foi adiada para maio. O projeto inclui medidas para aumentar a participação feminina na política e combater a disseminação de fake news.

A análise do novo Código Eleitoral do Brasil foi adiada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

O projeto, com quase 900 artigos, terá leitura em 7 de maio e votação em 14 de maio.

Para que as novas regras sejam aplicadas nas eleições de 2026, a aprovação deve ocorrer até outubro deste ano.

O projeto unifica sete legislações eleitorais e aborda temas como:

  • Promoção da participação feminina na política
  • Fiscalização das urnas eletrônicas
  • Regulamentação do uso de fake news nas campanhas
  • Quarentena para militares, magistrados e policiais

O relator, senador Marcelo Castro (MDB/PI), propõe:

  • Cota mínima de 20% de mulheres nas casas legislativas
  • Avaliação da cota a cada duas eleições gerais

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ficará responsável por regular o processo de votação e pela fiscalização de partidos e candidatos.

O projeto prevê sanções para fake news, com penas de 1 a 4 anos de prisão e restrições ao disparo em massa de conteúdos.

Estabelece prazos para a quarentena de agentes públicos:

  • Ministros, governadores e prefeitos: a partir de 2 de abril do ano da eleição
  • Magistrados e policiais: quatro anos

A inelegibilidade máxima, com base na Lei da Ficha Limpa, é de oito anos.

Publicado por Sarah Paula

Reportagem produzida com auxílio de IA

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