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China diz que 15.000 sanções dos EUA violam direitos humanos

China critica sanções dos EUA e aponta crises humanitárias em países pobres. O relatório destaca também problemas de direitos humanos e violência nos Estados Unidos.

Conselho de Estado da China divulgou um relatório em 24 de agosto de 2025, acusando o governo dos EUA de impor 15.373 sanções unilaterais que agravam crises humanitárias, especialmente em países pobres.

O documento afirma que 60% dos países pobres foram negativamente impactados pelas sanções financeiras, considerando-as violações de leis internacionais.

O relatório destaca que sanções econômicas podem:

  • Desencadear e prolongar crises econômicas;
  • Dificultar o acesso a bens essenciais;
  • Aumentar pobreza, fome e doenças;
  • Aumentar taxas de mortalidade, especialmente entre crianças.

O governo chinês critica ainda o apoio dos EUA à incursão militar israelense na Faixa de Gaza, que resultou em mais de 100 mil mortes e deslocou 90% da população local. Os EUA usaram seu poder de veto 7 vezes em resoluções do Conselho de Segurança da ONU pedindo um cessar-fogo.

O relatório menciona também a situação interna dos EUA, revelando que:

  • Pelo menos 40 milhões viviam em pobreza em 2024;
  • Cerca de 503 tiroteios em massa e 45 em escolas ocorreram no mesmo ano;
  • Mais de 40.000 mortes por violência armada, incluindo 1.400 crianças.

Além disso, 300 mil cidadãos foram vítimas de violência policial anualmente, resultando em mais de 1.300 mortes só em 2024.

O relatório também aponta que 40% das trabalhadoras sofreram assédio sexual, e em 11 estados, a violência doméstica ultrapassa 40%. A China critica o governo dos EUA por não ter ratificado a Convenção da ONU sobre a eliminação de discriminação contra mulheres.

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