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China restringe empresas de investir nos EUA enquanto tensões aumentam

China limita investimentos em empresas americanas, elevando tensões comerciais com os EUA. A medida busca reforçar a posição de Pequim em negociações futuras e responde a restrições já impostas por Washington.

China restritiva: novos limites para investimentos nos EUA

A China implementou medidas de restrição para suas empresas locais que desejam investir nos Estados Unidos, conforme revelado por fontes anônimas.

As instruções foram dadas à Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC), bloqueando novos registros e aprovações de investimentos.

As restrições refletem crescentes tensões entre as duas economias, especialmente devido às tarifas impostas por Donald Trump. Em 2023, os investimentos chineses nos EUA totalizaram US$ 6,9 bilhões.

Compromissos já existentes, como investimentos em títulos do Tesouro americano, não serão impactados pelas novas medidas.

Embora a NDRC e o Ministério do Comércio não tenham comentado, Trump planeja anunciar tarifas “recíprocas” sobre parceiros comerciais, incluindo a China, na próxima quarta-feira.

A China já havia endurecido o controle sobre investimentos externos devido a saídas de capital recordes.

Empresas enfrentam incertezas, como exemplificado pela CK Hutchison Holdings Ltd., que vendeu 43 portos após pressão do governo chinês.

Dados mostram uma queda de 5,2% nos investimentos chineses nos EUA em 2023, apesar de um crescimento de 8,7% em outras regiões.

Procedimentos de aprovação para novos investimentos incluem o envolvimento do Ministério do Comércio, NDRC e Administração Estatal de Câmbio.

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