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Clientes de gestoras citadas em operação contra o PCC não devem ser afetados, dizem advogados

Clientes das instituições não estão em risco com a Operação Carbono Oculto, pois apenas fundos específicos estão sendo investigados. Especialistas garantem que não há comprovações de associação criminosa entre as gestoras e os crimes envolvidos.

Clientes e cotistas da Reag Investimentos e Genial não precisam se preocupar com a Operação Carbono Oculto, afirmam especialistas.

A investigação, iniciada em 28 de setembro, foca em fundos administrados pelas instituições, e não em todas as suas atividades.

Luciano de Almeida Prado Neto, advogado, compara os fundos a "caixinhas à parte". O dinheiro investigado está no fundo, e não na Reag.

Os fundos afetados, como Mabruk II, e Derby 44, são citados por possíveis ligações com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A Reag afirma que esses fundos nunca estiveram sob sua administração e que agiu de forma diligente.

Raphael Soré, do Machado Meyer, destaca que a investigação avalia controles de verificação de clientes, mas clientes com atividades lícitas não devem se preocupar.

A Receita Federal bloqueou R$ 1,4 bilhão provenientes de crime organizado. Apenas fundos com todos os cotistas investigados foram afetados.

A Genial Investimentos, mencionada por gerenciar o fundo Radford, expressou surpresa com a citação na operação. A empresa renunciou à gestão do fundo e está colaborando com as autoridades.

A Genial possui R$ 250 bilhões em ativos e mais de 2 milhões de clientes.

Com a deflagração da operação, cotistas de fundos bloqueados podem buscar reaver seus investimentos através de processos judiciais.

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