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CNU não terá edição em 2026 por causa das eleições, diz ministra

CNU será afetado pela legislação eleitoral em 2026, impossibilitando a realização de novo concurso. A edição deste ano promete melhorias na correção das provas e a inclusão de novas carreiras.

O CNU (Concurso Público Nacional Unificado) não terá edição em 2026, conforme anunciado pela ministra Esther Dweck. A decisão se deve à legislação eleitoral, que proíbe nomeações de servidores nos três meses anteriores ao pleito e até a posse dos eleitos.

A segunda edição do concurso está programada para o segundo semestre de 2025, com homologação até junho de 2026. O termo de referência deve ser divulgado na primeira quinzena de abril.

Após problemas na primeira edição, o MGI (Ministério da Gestão e Inovação) implementará um sistema de código de barras para identificação dos candidatos, garantindo que a prova corresponda ao candidato, sem revelar dados pessoais.

O edital unificado deste ano promete uniformizar as regras. A edição anterior teve oito editais distintos, sendo sete para nível superior. Nesta segunda edição, duas novas carreiras foram adicionadas: analista técnico de Justiça e defesa e analista técnico de desenvolvimento socioeconômico.

Na primeira edição, 52% dos inscritos eram mulheres, mas 41% foram aprovadas. Em TI, a aprovação feminina caiu para 8%. A ministra destacou uma distorção alarmante nas aprovações entre áreas, com mulheres dominando nas carreiras sociais e educacionais.

O governo considera medidas de incentivo como as do Ministério das Relações Exteriores, que aplicou um sistema de bonificação para mulheres. Por enquanto, uma campanha de divulgação de histórias de servidoras bem-sucedidas está prevista.

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