Colômbia anuncia ofensiva militar para conter onda de violência
Colômbia intensifica ações militares contra guerrilhas após ataques que deixaram 19 mortos. O governo busca reverter a crescente violência e a instabilidade política à medida que se aproximam as eleições de 2026.
Colômbia anuncia ofensiva militar contra grupos guerrilheiros após ataques que deixaram 19 mortos.
No último dia 21, explosão de caminhão-bomba em Cali matou 6 civis e feriu mais de 60.
Um helicóptero foi derrubado e 13 policiais morreram em Antioquia em ataque com drones e fuzis.
Autoridades atribuem os atos a dissidências das Farc que rejeitaram o acordo de paz de 2016.
O ministro da Defesa, Pedro Sánchez, destaca melhora em áreas de atuação dos grupos, mas alerta para aumento de violência.
O presidente Gustavo Petro enfrentou críticas devido à sua estratégia de diálogo em vez de combate.
Críticas surgem após um “erro de inteligência” em relação à segurança no local do ataque, onde havia outro caminhão-bomba.
Duas prisões foram efetuadas, uma delas de um suposto membro do maior grupo dissidente, o EMC.
O acordo de paz de 2016 trouxe tranquilidade, mas gerou um vazio de poder explorado por grupos armados e narcotraficantes.
As próximas eleições em 2026 devem focar no tema da segurança, especialmente após assassinato de político importante.