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Colômbia reforça operações militares após ataques que deixaram 18 mortos

Colômbia enfrenta um surto de violência com 18 mortos em ataques atribuídos a dissidências das Farc. O presidente Gustavo Petro ordenou operações militares intensificadas nas regiões afetadas após ataques devastadores em Antioquia e Cali.

Colômbia intensifica operações militares após violência extrema em 21 de setembro, resultando em pelo menos 18 mortos e mais de 100 feridos.

Grupos armados atacaram com fuzis e drone em Antioquia, derrubando um helicóptero e matando 12 militares. Em Cali, um caminhão com explosivos matou 6 civis e feriu mais de 60 durante um ataque a uma base aérea.

O presidente Gustavo Petro informou que os ataques são reações dos rebeldes a operações em áreas de cultivo de folha de coca. “Estamos enfrentando uma máfia internacional”, afirmou.

Na localidade de Amalfi, o ataque foi atribuído a dissidências das Farc, lideradas por Calarcá. O General Hugo López anunciou a mobilização total das tropas na região.

O prefeito de Cali, Alejandro Eder, determinou a militarização da cidade e reforço de segurança. A explosão foi ligada a guerrilheiros sob Iván Mordisco.

Cenas de caos foram registradas, com veículos em chamas e feridos nas ruas. O Ministério Público prendeu dois homens envolvidos na ativação dos explosivos.

A violência aumenta na Colômbia, que enfrenta a pior crise de segurança em uma década, a um ano das eleições presidenciais. O acordo de paz de 2016 deixou lacunas, permitindo a ascensão de novos grupos armados.

Desde 2022, Petro busca negociar com grupos armados, mas a maioria das discussões está estagnada. Avanços ocorrem apenas com o Clã do Golfo e uma dissidência do ELN.

Com informações da AFP

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