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Com dificuldade para avançar na Câmara, PEC da blindagem é criticada por senadores da base e da oposição

PEC da Blindagem enfrenta resistência tanto na Câmara quanto no Senado. Críticas intensas surgem de senadores da base e da oposição, alertando para os riscos de transformar imunidade em impunidade.

PEC da Blindagem enfrenta dificuldades para avançar na Câmara dos Deputados e gera críticas de senadores da base e da oposição.

A proposta visa retomar o texto original da Constituição de 1988, que exige aprovação parlamentar para abrir processos contra deputados e senadores.

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pretendia alinhar o texto com o Senado, mas a proposta travou após desentendimentos sobre sustar inquéritos existentes.

Motivo das críticas: a percepção de que o Congresso busca se proteger de investigações. Com o desgaste, deputados reconhecem que o texto perdeu força na Casa.

O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), manifestou-se contra a PEC: “A repulsa à PEC da Blindagem está estampada nos olhos do povo”.

Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que a proposta transforma “imunidade em impunidade”, e se opôs à ideia de um HC eterno para políticos.

O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) também criticou a proposta, prometendo votar contra se vier ao Senado.

O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), convocou a mobilização popular contra a PEC, ressaltando que ela cria privilégios para parlamentares.

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