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Comandantes militares da Otan se reúnem para discutir sobre garantias de segurança na Ucrânia

Reunião do Estado-Maior da Otan tem como foco as garantias de segurança para a Ucrânia em meio a avanços nas negociações de paz. A proposta de apoio aéreo dos EUA e a resistência russa marcam o cenário das discussões.

Comandantes do Estado-Maior da Otan se reúnem nesta quarta-feira (20) por videoconferência para discutir garantias de segurança para a Ucrânia. O encontro ocorre após cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin e visa ao fim da guerra que começou em fevereiro de 2022.

Trump indicou disposição para apoio aéreo à Ucrânia, descartando o envio de tropas terrestres, que ficaria a cargo de aliados europeus. O presidente francês e líderes da Alemanha e Reino Unido também demonstraram interesse em enviar soldados.

Moscou, por outro lado, critica as conversas sem sua participação. O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, afirmou que garantias de segurança sem a Rússia “são utópicas”. A Rússia busca assegurar a proteção de falantes de russo na Ucrânia.

O encontro na Casa Branca resultou em avanços nas garantias de segurança para a Ucrânia. Putin se dispôs a reunir-se com Zelensky, embora a proposta tenha sido recusada. O presidente francês sugeriu Genebra como local para a reunião.

Quase 30 aliados de Kiev se reuniram por videoconferência para discutir mobilização de forças de segurança caso as hostilidades cessem. O presidente francês chamou Putin de “predador”, e a questão das concessões territoriais exigidas pela Rússia permanece sem resolução.

O chefe de Governo alemão, Friedrich Merz, defendeu que Kiev não deve fazer concessões. No entanto, Trump pediu “flexibilidade” a Zelensky, especialmente em relação à região do Donbass.

Com informações da AFP

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