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Como a sensibilidade ao ruído perturba a mente, o cérebro e o corpo

Estudo revela que a sensibilidade ao ruído afeta a saúde mental e física de 10% a 40% da população, causando estresse e ansiedade. Especialistas apontam soluções e tratamentos para amenizar os impactos na vida cotidiana.

Ruído incessante perturba moradores em Berlim

Os novos vizinhos do andar de cima estão fazendo barulho enquanto organizam o apartamento, causando estresse e ansiedade em quem vive embaixo.

O autor, uma das pessoas sensíveis ao som, relata incômodos que vão desde barulho de móveis até latidos de cachorro. Essa sensibilidade afeta a concentração, humor e até a saúde mental e física a longo prazo.

Pesquisas indicam que existe uma base biológica para essa condição, que é diferente de outras, como misofonia e hiperacusia.

Um questionário pode ajudar a identificar a sensibilidade ao ruído, que não é reconhecida como um diagnóstico formal. Estudos apontam que pessoas mais sensíveis tendem a ficar facilmente estressadas, afetando sua qualidade de sono.

Efeitos à saúde incluem maior propensão a ansiedade e depressão. Pesquisas sugerem que a sensibilidade pode ter raízes hereditárias ou se desenvolver ao longo do tempo, especialmente em indivíduos com ansiedade ou autismo.

Medidas para reduzir o impacto do ruído nas cidades estão sendo adotadas, mas lentamente. Enquanto isso, alternativas como plugues de ouvido, terapia cognitivo-comportamental e música suave são recomendadas para lidar com essa condição.

Pessoas sensíveis ao som buscam maneiras de encontrar paz de espírito, mesmo em um ambiente barulhento.

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