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Como escolher o prazo dos títulos do Tesouro Direto

Investidores devem considerar não apenas a rentabilidade, mas também objetivos e prazos ao escolher títulos do Tesouro Direto. Especialistas alertam sobre a importância de diversificação e atenção às condições de mercado para otimizar resultados.

Investidor em Títulos do Tesouro: Não deve focar apenas na rentabilidade.

Considere também:

  • Definição de objetivos (curto, médio ou longo prazo);
  • Atenção às condições de mercado;
  • Possibilidade de diversificação.

Tipos de Títulos: No programa do Tesouro Nacional, há cinco opções:

  • Tesouro Selic (pós-fixado, atrelado à Selic de 14,25% ao ano);
  • Tesouro IPCA (acompanha inflação + taxa prefixada de até 8%);
  • Títulos Prefixados (rentabilidade entre 14,86% e 15,12% na última semana);
  • Tesouro Renda+ e Tesouro Educa+ (voltados à aposentadoria e educação, respectivamente);

Vencimentos: Variedade de 2026 a 2065. Especialistas recomendam entender os próprios objetivos ao escolher.

Dicas de Especialistas:

  • Para a reserva de emergência, o Tesouro Selic é o mais indicado;
  • Títulos mais longos para planos de maior prazo;
  • Atenção aos vencimentos para evitar perdas.

Tendências de Investimento: Títulos com prazos mais curtos se tornam populares devido à alta da Selic.

Expectativas Futuras:

  • Projeção de Selic em 15% até 2025;
  • Incertezas fiscais e internacionais impactando a economia;
  • Títulos IPCA+ e Selic são as opções mais seguras.

Em síntese, diversificação e compreensão profunda dos objetivos são essenciais para investidores em títulos do Tesouro.

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