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Como Masayoshi Son, do SoftBank, se tornou o investidor estrangeiro favorito de Trump

A relação entre Donald Trump e Masayoshi Son se fortalece à medida que o SoftBank aumenta seus investimentos nos Estados Unidos. Enquanto Son busca expandir seus horizontes financeiros, a proximidade com o ex-presidente pode ter implicações políticas e estratégicas significativas.

Donald Trump e Masayoshi Son compartilham uma visão semelhante do mundo, especialmente após os últimos oito meses que intensificaram suas relações financeiras e diplomáticas.

O SoftBank se consolidou como um investidor importante nos EUA, aumentando sua participação na OpenAI e investindo US$ 2 bilhões na Intel.

A intenção do governo dos EUA de adquirir 10% da Intel e os planos do SoftBank para um complexo de robótica no Arizona criaram uma conexão mais próxima entre ambos.

Apesar da boa recepção em Washington, Son precisa de uma relação sólida com Trump para avançar em ativos mais sensíveis, como demonstrado pela recente aprovação da compra da US Steel apenas após Trump receber uma “golden share”.

Son e Trump têm recorrido a grandes promessas de investimento, incluindo US$ 100 bilhões após a reeleição de Trump e um megaprojeto de US$ 500 bilhões em centros de dados de IA.

Embora os investimentos de Son nos EUA continuem a expandir, sua habilidade de controlar ativos estratégicos enfrenta desafios políticos.

Os investimentos do SoftBank cresceram mais de 60% este ano, com foco na Arm, OpenAI e outras grandes empresas, apesar de um desconto de 40% em relação ao valor de seus ativos.

Son se posiciona cada vez mais em relação aos EUA, distanciando-se da China, enquanto sua trajetória envolve uma conexão estreita com Trump.

Suas ações despertam preocupações entre investidores e diplomatas, levando a um dilema: a proximidade de Son com Trump é necessária para sua atuação, mas também apresenta riscos.

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