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Como o resto do mundo reagiu ao tarifaço do ‘Dia da Libertação’ de Trump

Líderes globais expressam preocupação com as novas tarifas dos EUA, ressaltando os riscos de uma guerra comercial e o impacto negativo na economia mundial. As reações abrangem desde críticas à falta de lógica da taxação até apelos por negociações para evitar danos a seus países.

Novas tarifas dos EUA geram críticas de líderes globais

No dia 2 de agosto, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma taxa mínima de 10% para todos os produtos importados, com tarifas superiores a 20% para cerca de 60 parceiros comerciais, justificando como uma medida de reciprocidade.

A União Europeia também foi afetada, com taxas de 20% para exportações aos EUA. Líderes como a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, criticaram as tarifas, ressaltando que não beneficiam os EUA e ameaçam a cooperação comercial.

A Irlanda e a Suécia expressaram preocupações semelhantes. O premiê irlandês, Micheal Martin, lamentou as tarifas, enquanto o premiê sueco, Ulf Kristersson, enfatizou a necessidade de evitar guerras comerciais.

Líderes de outros países também mostraram descontentamento. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, considerou as tarifas ilógicas e prejudiciais, e a Coreia do Sul enfrentará uma taxa de 25%.

No Reino Unido, o secretário de Negócios, Jonathan Reynolds, mantém esperança de negociações para isenção das tarifas de 10%.

A Nova Zelândia e o Canadá também monitoram a situação. O ministro neozelandês, Todd McClay, quer entender o impacto das tarifas, enquanto o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, anunciou contramedidas.

Por fim, o presidente colombiano, Gustavo Petro, alertou que os impostos dos EUA podem ser um "grande erro", impactando seu país com uma tarifa de 10%.

As novas tarifas suscitam ampliações de tensões comerciais e preocupações globais com o comércio internacional.

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